Apresentação Obra Intermidia “CorpoMáquina” no Centro Cultural São Paulo

Nesta obra performática interdisciplinar, do agrupamento Robo.Arte, de São José do Rio Preto, premiada em 2022 pela Cooperativa Paulista de Dança no Prêmio Denilto Gomes como “Destaque Obra Intermídia Performática”, dança produz  música a partir de sensores musculares (programada pela ferramenta Arduino) e interage em tempo real com vídeo projeção mapeada perseguindo o corpo em movimento (por meio de equipamento conhecido por Kinect) a serviço da discussão do corpo pós humano.

Ao explorar as fronteiras entre corpo e máquina, o espetáculo performático intermídia CORPOMÁQUINA propõe a Reflexão sobre o limite entre o biológico e o sintético, e sua inevitável fusão proporcionada pela busca incessante da transcendência das limitações do ser humano. Aborda o questionamento de até onde o corpo é humano, onde se torna máquina, e onde ocorre a transcendência deste corpo para máquina.

As apresentações acontecerão no Centro Cultural São Paulo de 8 a 11 de junho, quinta à sábado às 21h e domingo, às 20h, na Sala Ademar Guerra. Para retirar ingressos, a reserva virtual gratuita de ingressos já está disponível em https://rvsservicosccsp.byinti.com/#/event/corpomaquina

Em atividade complementar, no dia 10 de junho, o grupo realiza o workshop ‘Corpo X Máquina: uma abordagem entre o movimento e tecnologias artificiais’. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através deste link – https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSepcBYgarUHH1Vs2g8pk2sAy3qukXemlhFBN1b8EeSN_cv6nA/viewform

A proposta dessa atividade a ser facilitada por Vinicius Francês, além de compartilhar a pesquisa desenvolvida pelo agrupamento rio pretense Robo.Art em torno das ferramentas utilizadas na obra “CorpoMaquina”, visa facilitar uma vivência criativa e de composição a partir de dispositivos musculares (e a produção sonora em tempo real mediada por eletrodos) e de sensores de videomapping (utilizando Kinect), ambos presentes na performance cênica. O workshop tem o intuito de provocar artistas do corpo ao estudo de possibilidades envolvendo tecnologias (do analógico ao digital) e suas relações, fricções, potencialidades e limites em um exercício investigação em live performance onde tanto operação técnica quanto performatividade cênica são codependentes artisticamente.

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